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Domingo, 28 de Novembro de 2021

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DIRETORA DO SAAE ATENDE CONVOCATÓRIA DA CÂMARA DE VEREADORES

Rosemary explanou acerca da cobrança de tarifas e declarou ser a favor da criação de novo método tarifário.

A diretora do Serviço Autônomo de Água e Esgoto de Valença – SAAE, no Baixo Sul da Bahia, Rosemary Paixão atendeu a convocatória da Câmara Municipal de Vereadores do município no último dia 05, através do vereador Bertolino de Jesus, para dirimir dúvidas sobre o método tarifário realizado pela autarquia.

Segundo o edil, a diretora não comete nenhum tipo e ação irregular, pois segundo ele as cobranças são pautadas na lei. “Gostaríamos de pagar pelo que consumimos. O poder emana do povo, que reclama, e estamos aqui buscando solução”, defendeu o vereador convocador, que declarou existir um grupo montado na sociedade valenciana com o objetivo de colher assinaturas para reformação da lei de cobrança.

Rosemary justificou a necessidade de realização de um estudo de impacto que ainda não foi realizado devido que a primeira licitação para contratação de empresa especializada, ficou muito alta para os padrões da autarquia, em torno de – R$ 200 mil – e devido a necessidade de economia para investimentos em outras áreas. Mas já está preparando um novo certame para contratação de empresa com valor mais acessível com a realidade da autarquia “Não é uma mudança simples, se fosse tão fácil outro gestor teria realizado. Pode ser que a cobrança não seja justa para alguns, mas ela é legal, existe a lei que pauta o SAAE na impressão da conta para pagamento”, especificou.

A diretora explicou que os questionamentos maiores são dos proprietários de estabelecimentos, e sentiu falta dos queixosos na audiência. “A cobrança maior gira em torno da reclassificação dos imóveis realizada pela autarquia. De acordo com a estatística da autarquia, a classe de menor poder aquisitivo acaba consumindo mais água do que a classe média alta. E há um alto índice de ligação clandestina, por isso que a classe de menor poder aquisitivo acaba incorrendo ilegalidade quando se faz ligação clandestina. Não vemos abuso econômico na autarquia”, defendeu.

O Vereador ainda questionou o formato de emissão de recibos, que segundo ele existem cobranças para o futuro, de repente 35 dias antes, segundo ele. A diretora explanou que todo formato de leitura está dentro dos padrões da legalidade e em caso de dúvidas qualquer munícipe pode comparecer na autarquia.

A Diretora ainda especificou a despadronização de algumas casas/salas de aluguel, segundo ela a Coelba tem um leitor para cada sala/casa de aluguel, e questionou o porquê da autarquia ter que colocar um padrão para mais de 10 casas. “Não vamos dar jeitinho, não existe jeito a ser dado, tem que seguir a lei”, disse.

Finalizando, Rosemary lembrou aos edis a necessidade de criação de Regulamentação do Esgotamento Sanitário e apresentou modelos de cobrança majorados por empresa estadual, caso assuma o município.

Esta postagem foi publicada em 6 de novembro de 2019